04 setembro, 2015
Oi gentessss!!!
Eu não sei vocês mas, enquanto grávida, após
passar por algumas situações, me peguei pensando: por que ninguém me disse isso
antes? Costumo dizer que gestantes são acometidas por "gravidice
crônica". "Ahhhhh, mas gravidez não é doença", alguns dirão. E
não é mesmo! Há apenas momentos engraçados, outros nem tanto, que só grávidas
passaram ou passarão. Vem comigo e avalie se não passou por algumas das
situações abaixo:
1) Grávidas sentem muita fome. Muita mesmo!
Parece que passou dias sem comer mas na verdade apenas alguns minutos foram
contabilizados. Eu sempre fui uma pessoa que levou o jejum numa boa mas, na
gravidice, essa situação é apenas insustentável. Depois do café da manhã
reforçado, por volta das 7h, a minha fome vinha com força por volta das 9h30 e
depois 10h30, depois 11h30 e até que eu almoçasse. A mesma coisa às 15h, às 16h, às 17, até chegar o jantar. A minha alternativa foi comer frutas nesses intervalos (embora eu quisesse um chocolate) para evitar um regime de engorda violento. Os obstetras recomendam o ganho de 9 kg a 11 kg durante os 9 meses.
2) Grávidas podem apresentar quadros de diabetes e pressão alta mesmo sem nunca ter registrado isso. A bonita aqui continuou com o toddynho matinal e ganhou intolerância à glicose no sétimo mês. Ou seja, doces foram proibidos até o final da gestação.
3) Grávidas sentem muita sede. Muita mesmo! Eu parecia um caminhão-pipa de tanta água que tomava. E não era o calor. Era sede mesmo.
4) Grávidas irão ao banheiro muitas vezes. Especialmente mais próximo do fim da gestação. A bexiga toma vida própria. De madrugada então, viiiiiix. E por isso, sonos ininterruptos não te pertencerão mais. E assim perdurará depois que o bebê nascer.
5) Grávidas desenvolvem habilidades inacreditáveis. Você irá rolar ou minhocar para sair da cama, por exemplo. Seu impulso não será mais tão eficiente.
6) Grávidas não amarram cadarços. Apenas.
7) Loiras como yo, naturalmente mechadas no salão (rs!), terão que dar um até breve ao cabeleireiro. A maioria dos obstetras não libera tintura no cabelo antes dos quatro meses. O meu só liberou aos sete meses. Sem qualquer resquício de amônia. Com a raiz crescendo, apelei para o rabo de cavalo mesmo.
8) Esqueça ainda a tal da escova inteligente à base de formol. Os médicos costumam liberar somente após o período de amamentação. Se joga na chapinha, colééééga =P E mesmo assim, o cabelo VAI FICAR fofo.
9) Seus seios ficarão gigantes. Grandes mesmo. Por isso, suas camisas não fecharão. Para não perder suas roupas, blusinhas segunda pele serão suas melhores amigas.
10) Seu popô também duplicará de tamanho. Desprovidas adorarão as novas curvas. Providas se acharão parecidas com a Kim Kardashian.
11) Por isso, caso resolva não investir em "roupas de grávida", vestidos largos e calcinhas da vovó serão as peças mais confortáveis nesse período. Sexies, #sqn!
12) Esqueça os saltos. Os meus lyndos ficarão aposentados. O danado do centro de gravidade muda mesmo e, como não parava entre uma pauta e outra enquanto repórter, tive que investir nas sapatilhas.
13) Grávidas se tornam especialistas em cremes antiestrias. Mesmo sem ser fã de cremes, eu dormia "lambrecada" todos os dias. Nem mesmo o filtro solar no rosto deixei de passar um dia sequer com medo das famosas manchas.
14) Grávidas podem sentir enjoos. E eles podem acontecer a qualquer momento. Em público, inclusive.
15) Grávidas incham. Podem ficar com nariz e pé de batata, especialmente no final da gravidez. E não diga para nenhuma delas que isso é bonito.
16) Nunca fui "calorenta" mas a gravidice me fez suar mais do que o normal. Tipo tampa de panela mesmo. Santo desodorante!
17) Não que seja impossível mas dirigir a partir do sétimo mês requer novas habilidades. O barrigon insiste em estar muito próximo ao volante.
18) Filas preferenciais são vantajosas no hipermercado. Já não é a mesma situação em laboratórios, farmácias e clínicas médicas.
19) E por fim, a gravidice é balizada pelos hormônios. Ah! Os hormônios... Se
mulheres já costumam potencializar certas situações, grávidas irão
"exponencializar" tudo. Um comercial de margarina se torna motivo de
choro de felicidade. Uma cena triste em um filme infantil certamente se
transformará em um rio de lágrimas imediatamente. Chorei muito. Assistindo tv. Sozinha. No banho. Conversando com o marido. Com minha mãe. Em silêncio. Por isso, fica a dica: conversem com grávidas. Perguntem, além da saúde do bebê, sobre essa mulher que está passando por um verdadeiro divisor de águas em sua existência.
E vocês passaram por alguma situação dessas? Contem-me tudo!
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