02 agosto, 2016
Oi gentessssssssss! Tudo bem?

Não sei vocês mas uma das minhas dificuldades enquanto recém-mãe foi encontrar um aspirador nasal para Miguel. Ganhei três do tipo "convencional" e inicialmente nenhum deles supriu a minha necessidade. Ou o nariz do Miguel era pequeno demais ou eu não estava sabendo usar esse "equipamento" ou o "equipamento" não servia mesmo a finalidade para o qual foi criado.

Antes de qualquer coisa, eu "molhava" o nariz de Miguel com Salsep ou Soro Fisiológico para amolecer as "cacas" e facilitar a aspiração. Então pegava o "equipamento". rs A lógica dessa coisinha parece simples. Encoste-a na narina do bebê com a bombinha pressionada, e solte. O "vácuo" tratará de aspirar o nariz do seu bebê. Acontece que, ao aspirar a segunda vez, a meleca que encontra-se dentro da bombinha tende a sair já que você terá que pressionar essa "nobre invenção". rs rs Ou seja, não me pareceu muito higiênico e nem prático já que para evitar a automeleção seria preciso lavar a bombinha a cada aspirada. a-h-a-m.

Outra desvantagem desse "aparelho" é o formato da cânula. A maioria parece obedecer um padrão, com uma circunferência que simplesmente não "entra" na narina. ¬¬' Ainda achei um modelo mais "fininho" mas pelas razões do parágrafo acima eu não me adaptei a essa "tecnologia".

Apelei então pro Nosefrida, uma espécie de sugar humano de meleca de nariz de bebê. É isso mesmo! Ele é assim ó:

E não. Não é nojento. A meleca fica bemmmmmmmmmmmm distante da boca dos pais. E mesmo que isso aconteça, há ainda um filtro que pode/deve ser trocado. Fácil de limpar, esterilizar e limpar. O preço praticado na Brasil fica na mão dos importadores mas vi que há produtos brasileiros similares. RECOMENDO.

ACONTECE QUE, depois dos seis meses, com a pega melhor desenvolvida e sabendo girar com mais facilidade, Miguel encontrou alguns mecanismos de fuga para o aspirador nasal. Ou ele puxava e desconectava o tubo, ou saía o cano, ou ele colocava as mãos no nariz, enfim... Mesmo entupido, ele não deixava eu aspirar de jeito algum. ¬¬' Conversando com a minha cunhada sobre essa situação, fui apresentada então ao aspirador nasal elétrico da Graco. Há outros no mercado. Este em questão tem um bico - que diz assegurar o uso para narininhas e narinões -, funciona com duas pilhas AA, possui duas velocidades de "aspiração" e conta com 12 melodias que prometem distrair o seu pimpolho nesse momento delicado. É possível também comprar bicos adicionais.
Sinceramente, "na minha opinião de mim mesma", o custo x benefício não valeu. Miguel no começo achou interessante a musiquinha, o formato de pistola do aparelho, mas era só aproximar o aspirador que começava o mesmo berreiro de antes. Também achei que a sucção não resolve o problema do "entupimento nasal". A sucção via oral me parece mais eficiente. Talvez se a criança estiver MUITO, MUITO MESMO catarrenta, o aspirador elétrico ajude a coletar o muco, o que qualquer outro aspirador também faria. 

Diante dessas experiências, ainda fico com o Nosefrida. Quando Miguel está muito entupido e por isso incrivelmente irritado e incomodado (especialmente enquanto dorme), somos "obrigados" mesmo a tentar a retirada do muco contra a vontade dele. Em caso de menos secreção, tentamos usar Salsep ou Sorine Infantil, que o catarro acaba expelido "naturalmente". Também costumo usar na banheira o Vapor Bath, espuma de banho da Johnson a base de eucalipto e mentol, que ajuda a desentupir o nariz  do bebê. Nesse caso, a recomendação é que o uso ocorra a partir dos 3 meses de idade. Para amenizar o quadro do nariz entupido, também é legal fazer inalação pelo menos 4x ao dia com soro fisiológico mesmo.


E por aí, como foi a adaptação aos aspiradores nasais?

Ah! Aviso aos navegantes espectadores de comercial de fraldas e margarina. Ainda não conheço bebê que aspira o nariz SORRINDO e CANTANDO. Por aqui, seja o aspirador "analógico" ou "digital" é sempre travada uma pequena guerra.

Espero ter ajudado. E até o próximo post!

Beijocas  

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