19 maio, 2014
Oi genthy! Bola de fiesta

Como estão as coisas por aqui?



Hoje resolvi compartilhar uma experiência vivida há 6 meses: a minha cirurgia plástica! Sim!!! Só resolvi pontuar com esse post porque ainda hoje sofro as consequências de optar pela "faca" ao invés de intensos exercícios físicos, situação que médico algum lembrou e/ou alertou que pudesse "acontecer".  Não quero que esse post, assim como os que vem a seguir, seja desencorajador p'raquel@s que optarem por esse tipo de intervenção - porque eu mesma amei o resultado da minha. A intenção é mesmo orientar para que ninguém seja peg@ de surpresa com algumas peças que o nosso organismo nos prega porque o meu foi MasterPowerSupraSumoBlaster nesse quesito.


Então, vamos ao Capítulo 01 da minha saga "Olha a faca!". E vamos falar muito sério. Bem face to face. Eu nunca fiz o tipo atleta. Confesso!

Corriendo en la cinta Exercício físico sempre foi condicionante para EMAGRECER. Saúde também. Mas um segundo item da fila. O primeiro era reduzir aqueles digníssimos quilogramas que insistiam em não se mover da balança. Você também já viveu esse estigma, confessa! Faz exercício, emagrece, falta uns dias de academia, participa de festas, prestigia mais festas, perde noites (no plural mesmo!), engorda, corre para academia, volta a emagrecer e segue o círculo vicioso. Mesmo com essa rotina maluca, consegui em 1 ano e meio, emagrecer 10 quilos (foi bastante coisa!) mas estagnei nos 56kg. Queria muiiiiiiiiito chegar aos 52kg para ornar com os meus 1,59m. E claro, sem buchinho


Depois de muito praticar meus círculos viciosos, resolvi apelar para a FACA! Sim!! Ideia brilhante em meio às comemorações de fim de ano. Um presente de Natal, Ano Novo e Aniversário. rs rs Porque presente bom vale por todas as datas importantes, néam?! Assim garantiria a curto prazo as fotos de perfil com aquele vestido lynnnnnnnnndo e colaaaaaaaaaaaaaaaaado que há tempos estava estocado no guarda-roupa. :) No pacote da lipoaspiração, um brinde: próteses mamárias.
#VersãoTalita2014PróCopa  



Contas feitas, cinco médicos consultados (em busca daquele que garantisse mais segurança), prótese adquirida (depois de muitas dúvidas pelo tamanho das novas "peitcholas"), hospital reservado, exames em dia - os de sangue, indicados pelo médico, e o cardíaco, não-prescrito. Não precisei mais de 45 dias para resolver tudo isso. Enfermera


Quase não dormi de tanta ansiedade na véspera da cirurgia. Tinha ido ao médico horas antes para ele "marcar" no meu corpo onde seriam feitas as intervenções. Eu parecia um gado de corte. Sério! Não ri! Depois disso, encarar um jejum de 12 horas - inclusive sem água - mesmo em meio a um amigo secreto da turma - lê-se birinights e comidaaaaa!!! - não foi tarefa fácil. Voltei pra casa logo para não cair em tentação, arrumei a trouxa (camisola e macacão sexy), recebi a visita do namorado e tentei dormir.


18 de dezembro de 2013. Acordei ansiosíssima por volta das 6h30, embora minha internação estivesse marcada para 8h30. Escolhi o hospital que ofereceu a melhor infraestrutura para esse tipo de procedimento caso acontecesse algum "xabú" no meio do caminho, né?! Vai saber. Então, além do centro cirúrgico, a existência de uma UTI era pré-requisito.



Já no hospital e com todos pagamentos feitos, fui encaminhada para a sala de cirurgia. Como não conhecia o "ambiente", fiquei imaginando o cenário do Plantão Médico só para eu não me apavorar com a ideia. rs rs Mas a ansiedade era o sentimento que melhor descrevia aquele momento.

Entrei na sala de cirurgia as 9h30 . Camisolinha cirúrgica (aquela da bundinha de fora), nada de metais (brincos, pulseiras, correntes, anéis). Logo, o cirurgião remarcou o meu corpo igual gado de corte. Fui encaminhada para a mesa de cirurgia em meio a descontração da equipe médica. Lembro-me da "anestesista-chefe" falando que ela ia me fazer dormir até que... pufttt! Realmente capotei. Se eu passei 10 minutos "consciente" na sala de cirurgia, foi muito. É exatamente o que me lembro. Emoticon de médico emoticon doente médico 

Acordei já no apartamento do hospital, altamente grogue e com fome. Com muiiiiiita fome. Já passavam das 16h. A cirurgia mesmo tinha acabado por volta das 13h30. Parentes apareceram para me visitar. Achei que conversei com eles "mais que o homem da cobra" mas depois descobri que tudo era fruto da minha imaginação. Efeito leve da anestesia. Porque o efeito master ainda estava por vir. Mas esse é assunto do próximo post.

 UMACK 


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