28 fevereiro, 2011
HeLLoWs!!!
Quem ficou uma semana (loser!) sem postar, agora está batendo recordes em blogar né?!
Pois entaunx. Decidi não deixar o assunto esfriar porque ai não posto mesmo. a19.gif
Ontem assisti ao filme “Bruna Surfistinha”. Criei uma certa expectativa porque li ao livro (baixei da net mesmo) e acompanhei a história da “prostituta mais famosa do Brasil” nos sites de notícia e nos programas do tipo Mááááááárcia. Assisto mesmo! aahauhaauua Emoticons Beijos

Na companhia da amiga Grasi, fomos ao cine no Pantanal Shopping. LO-TA-DO. Diga-se de passagem.
Estranhei o fato de ter um trailer de um filme infantil mas TU-DO-BEM. auhuahahuahua
Aguardemos o filme do camaleão “Rango.

Voltando ao “Surfistinha”.

Ponto positivo. Deborah Secco arrasou no papel. Sinceramente não consigo comparar a nenhum outro papel feito pela atriz. Ponto pra ela. Ponto para as allllllllllllllltas pagações de peitinho no filme. (afinal é um filme sobre uma garota de programa não é mesmo?!). Dá até vontade de colocar silicone. (isso rende outro post). O “amadurecimento” de Raquel para Bruna é mtoooooooooooooo bem encenado pela atriz. AR-RA-SOU “coléééééga”. As expressões, a postura... E, fim.

No mais, eu digo: sinceramente, não acho que o filme retrate a vida “cotidiana, do dia-a-dia, diário” das garotas de programa (desde as rameeeeeeeeeeeeera às de luxo). O filme é baseado no livro “O Doce Veneno do Escorpião” e como todo baseaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaado dá uma leve adaptada no roteiro pra dar mais drama à telona.
De cara, Bruna tem um irmão, quando na vida real ela tem duas irmãs. Não há uma explicação muito explícita sobre o porquê da Dona Moça sair de casa. (mesmo se fosse obra de ficção sem estar baseada em nada). Ela deixa uma carta, pega a mochila e o ursinho de pelúcia (que fofo!) e pronto: sou revoltada, meu mundo caiuuuuuuu. E de madrugada, que tem mais impacto. ahauahuahaua e29.gif
No livro, Bruna/Raquel dá mais detalhes da sua vida de delinqüente maria-vai-com-as-outras. Furta por prazer, fuma cigarro e maconha, “assassina” fááááááááárias aulas, e adora uns esfregas com os coleguinhas da escola (embora tenha se mantido virgem até os 18, se eu não me engano).
Achei ainda que o filme “poupou” a imagem da Dona Moça. No livro, Bruna, ainda não Surfistinha, descobre que tem talento (simmmm!!!) para a vida mais, digamos, "dada". Ela não cansa de citar casos no livro em que sentiu prazer (não que isso seja pecado) durante os programas e ainda se dispor plenamente para que isso ocorresse. e50.gif
O filme traz casos engraçados como de clientes que ocupavam o programa para mudar a mobília do quartinho. kkkkkk O dom da Dona Moça em ouvir os causos dos clientes. E outros nojentos, que acho bom nem comentar.d7.gif
O envolvimento com drogas de Surfistinha causa impacto no filme, diferente do livro. Talvez uma tentativa (pra mim frustrada) de mostrar às nossas aborrecentes que a vida de garota de programa pode não ser tão fácil assim. d31.gifE na boa, difícil acreditar que a menina não tenha levado nem meia bofetada, mesmo que no Vintão. Se não levou, é exceção. Nem mesmo as meninas "colééééégas" apresentaram qualquer receio dos "males" que essa vida pode oferecer? Doenças, drogas, surras... Agora imagina se a moda pega? Se as adolescentes que acham que não são amadas e não tem a merecida atenção dos pais (tipo, 99% dos casos ahuahuaauau) resolvem tomar o mesmo rumo? Haja blog pra fazer cRRRRRiente “colééééga”! s46.gif

O filme serve para matarmos a curiosidade sobre (parte d)a vida de Bruna - a garota de programa, e nos deixa lacunas (mtas!) sobre a vida de Raquel. Não aprofunda nos dramas que poderiam, sei lá como, justificar o porquê da Dona Moça ter escolhido esse caminho.
Gostei. Mas não aconselharia a reprise.

BjoBjo!

Um comentário:

  1. Cara, você escreve muito mal.
    Parece até um travesti escrevendo.

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